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O termo “friend zone” foi popularizado por um episódio de 1994 do sitcom americano Friends, “The One with the Blackout” onde o personagem Ross Geller era apaixonado por Rachel Green. Enquanto conversava com seu amigo Joey Tribbiani, este afirmou que Ross não foi só colocado na friend zone, mas também ganhou um emblema de prefeito da friend zone.[2]

Mas foi no filme de 2005 Just Friends, que o termo ganhou notoriedade internacional, trata da friend zone e como ela afeta o personagem principal do filme (interpretado por Ryan Reynolds). Ele se reencontra com sua namorada colegial (interpretada por Amy Smart), pela primeira vez em 10 anos, e ela diz que o ama como a um irmão.

O namoro é uma instituição de relacionamento interpessoal não moderna, que tem como função a concretização do sentimental e/ou ato sexual entre duas pessoas em troca de conhecimentos e uma vivência com um grau de comprometimento inferior à do matrimônio. A grande maioria utiliza o namoro como pré-condição para o estabelecimento de um noivado ou casamento, definido este último ato antropologicamente como o vínculo estabelecido entre duas pessoas mediante o reconhecimento governamental, religioso e social.

Namoro significa a relação afetiva mantida entre duas pessoas que se unem pelo desejo de estarem juntas e partilharem novas experiências. É uma relação em que o casal está comprometido socialmente, mas sem estabelecer um vínculo matrimonial perante a lei civil ou religiosa.

Na cultura popular, a “friend zone” ,(em português: zona de amizade), refere-se a uma situação onde uma pessoa deseja entrar em um relacionamento romântico, enquanto a outra não. Em resumo, isso acontece quando uma pessoa está apaixonada, enquanto a outra quer apenas amizade.

Mas foi no filme de 2005 Just Friends, que o termo ganhou notoriedade internacional, trata da friend zone e como ela afeta o personagem principal do filme (interpretado por Ryan Reynolds). Ele se reencontra com sua namorada colegial (interpretada por Amy Smart), pela primeira vez em 10 anos, e ela diz que o ama como a um irmão.
Com a evolução da tecnologia, já é comum encontrar casos de pessoas cujo namoro se dá através das modernas formas de telecomunicação, como o telefone ou a internet. Assim, sendo, casais podem namorar apesar de estarem em estados, países ou continentes distintos.

 

Hahaha! Achei essa tirinha hilária! Mas essa história de bad boy não é verdade. Só às vezes. Hahaha!

PODE ACONTECER, mas não é regra. Nem sempre mulheres querem só alguém com essa característica bad boy. E nem sempre os ditos bad boys são os caras com pegada! Às vezes aquele guri ‘fofuxo’ tem mais pegada que o que tem cara de mau. Isso acontece na vida real, não podemos julgar um livro pela capa. Quanto à questão de gostar de sofrer e não saber fazer escolhas, não é todo mundo “gosta de sofrer” e faz “escolhas erradas” (entre aspas mesmo, porque não é literal). Nada é 100% padrão. Há quem goste de bombadões, há quem goste de modeletes, há quem goste de nerds e quem goste todos… rsrs!

Opinião do Editor: Deixa elas darem a desculpa que quiserem, mas minha visão, como homem, se resume nessa imagem:

Para saber mais acesse: http://guerradaseducaodestruindoafriendzone.com/